O medo de acordar do que eu chamo de sonho. O pavor de entrar numa casa que eu chamo de solidão. A fúria da rotina me causando estresse, náuseas. A fome, a sede. O tormento por não ter quem eu tanto quero aqui, grudada em mim. E sem querer, sem pensar acabo enlouquecendo, acabo entrando em pânico e pirando de vez, ó. Mas também, o que se fazer quando você já perdeu tudo menos o amor e a correspondência? - Tempo.
(Thainá Costa)
sábado, 9 de julho de 2011
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Alguns rabiscos:
O grito pra calar verdades, o desespero na voz de quem tenta se acalmar. A brincadeira com a própria mente que faz perturbar, e perturba. O abrigo no silêncio, o medo sendo sufocado pelo enxofre, corrói.
Pessoas correndo nas ruas, árvores balançando, prédios desabando, casas pegando fogo e eu aqui quietinha.
O pensamento murcho daquele que não tem mais esperança, o choro contido daquele que não consegue mais chorar, o abalo mental daquele que teme a tudo e a todos e eu aqui, cheia de esperança, transbordando tranquilidade e me perguntando o porque do mundo ser tão mal dividido. As lacunas da felicidade sendo enforcadas pela dor e pela tristeza. E eu continuo me questionando, por que há mais tristeza do que felicidade? Se os seres humanos parassem um minuto das suas vidas para se questionar isso, um terço mudaria de ideia ou pelo menos, tentaria reavaliar essas lacunas.
A vida é única e nunca se sabe o que virá no amanhã. Por que viver se lastimando, se lamentando no ombro dos amigos, chorando, se privando de um mundo cheio de coisas positivas(não que não existam negativas) uma vida inteira? A dor não vale tão à pena assim, não a ponto de se perder uma vida.
- ThC
O grito pra calar verdades, o desespero na voz de quem tenta se acalmar. A brincadeira com a própria mente que faz perturbar, e perturba. O abrigo no silêncio, o medo sendo sufocado pelo enxofre, corrói.
Pessoas correndo nas ruas, árvores balançando, prédios desabando, casas pegando fogo e eu aqui quietinha.
O pensamento murcho daquele que não tem mais esperança, o choro contido daquele que não consegue mais chorar, o abalo mental daquele que teme a tudo e a todos e eu aqui, cheia de esperança, transbordando tranquilidade e me perguntando o porque do mundo ser tão mal dividido. As lacunas da felicidade sendo enforcadas pela dor e pela tristeza. E eu continuo me questionando, por que há mais tristeza do que felicidade? Se os seres humanos parassem um minuto das suas vidas para se questionar isso, um terço mudaria de ideia ou pelo menos, tentaria reavaliar essas lacunas.
A vida é única e nunca se sabe o que virá no amanhã. Por que viver se lastimando, se lamentando no ombro dos amigos, chorando, se privando de um mundo cheio de coisas positivas(não que não existam negativas) uma vida inteira? A dor não vale tão à pena assim, não a ponto de se perder uma vida.
- ThC
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Devaneios!
Versinho que fiz pra calar silêncios:
O teu abraço me abraça, de lado, de longe
O teu beijo me enlaça, num passe, distante
Tua estrada, minha vereda, um romance
O teu afeto, no espaço, num instante.
Anotações da ultima folha:
O meu sorriso, te entreguei. E com ele todo amor que havia em mim. Todas as coisas boas, todos os sonhos, toda a poesia, todo o encanto. O todo e o tudo. E o nada, deixei pra trás. Tenho tudo, e todo amor que há em mim, tens. Dividimos, repartimos, compartilhamos. Afeto, abraço, enlace, romance. Amor, amor... E mais amor.
Que haja sempre amor, e nunca o falte.
(Thainá Costa)
O teu abraço me abraça, de lado, de longe
O teu beijo me enlaça, num passe, distante
Tua estrada, minha vereda, um romance
O teu afeto, no espaço, num instante.
Anotações da ultima folha:
O meu sorriso, te entreguei. E com ele todo amor que havia em mim. Todas as coisas boas, todos os sonhos, toda a poesia, todo o encanto. O todo e o tudo. E o nada, deixei pra trás. Tenho tudo, e todo amor que há em mim, tens. Dividimos, repartimos, compartilhamos. Afeto, abraço, enlace, romance. Amor, amor... E mais amor.
Que haja sempre amor, e nunca o falte.
(Thainá Costa)
segunda-feira, 20 de junho de 2011
A tua metade.
Até aqui, nunca havia parado pra pensar no tamanho da dor que um ser humano sente quando alguém que se ama muito tem de ficar longe.
A dor é gigante.. Tão grande que caberia várias outras dores dentro.
Você convive com alguém todos os dias, passa a necessitar todos os dias do sorriso daquela pessoa, passa a sentir uma falta enorme quando passa somente algumas horas longe dessa tal pessoa, e qualquer surpresa repentina não tão boa, funciona como um choque. Para quem assiste tudo por fora, falar, aconselhar, dizer o que se deve ou não fazer, é o ato mais prático e heroico do mundo... Mas, tenho certeza de que se metade das pessoas que criticam e opinam contrariamente tivessem de viver a dor da distância transitando entre o seu amor e a razão de tudo, não diriam tudo o que dizem e não pensariam tudo o que pensam; Sequer opinariam.
A Saudade dói e essa dor machuca. Fere, arde. Te destrói. E ao mesmo tempo, alimenta...
A dor é gigante.. Tão grande que caberia várias outras dores dentro.
Você convive com alguém todos os dias, passa a necessitar todos os dias do sorriso daquela pessoa, passa a sentir uma falta enorme quando passa somente algumas horas longe dessa tal pessoa, e qualquer surpresa repentina não tão boa, funciona como um choque. Para quem assiste tudo por fora, falar, aconselhar, dizer o que se deve ou não fazer, é o ato mais prático e heroico do mundo... Mas, tenho certeza de que se metade das pessoas que criticam e opinam contrariamente tivessem de viver a dor da distância transitando entre o seu amor e a razão de tudo, não diriam tudo o que dizem e não pensariam tudo o que pensam; Sequer opinariam.
A Saudade dói e essa dor machuca. Fere, arde. Te destrói. E ao mesmo tempo, alimenta...
quinta-feira, 9 de junho de 2011
Nada é igual a isso e Tudo é diferente disso.
Um desabafo, um dizer rápido, sufocado e sincero. - 09,06 - 12:30.
Pessoas erradas entraram na minha vida, de passagem. Encontros, desencontros. Surpresas, sorrisos, abraços, beijos, paixões, calores... Afeto. Marcas, choros, tristeza, vazio, sufoco... Falta. Mas nada igual a isso. Ninguém igual a ela.
Eu me pergunto todos os dias porque ela, porque isso, porque assim. E eu só consigo encontrar uma resposta pra tudo isso, eu só consigo achar uma explicação pra esse cuidado que eu insisto em ter por ela. Nada é igual a isso e Tudo é diferente disso. Cheguei em uma fase em que dizer não é mais o suficiente e demonstrar o tempo todo não é mais necessário. E quando você chega a esse ponto, é porque o seu sentimento para com Isso, é tão surpreendentemente grande que, nada nem nenhum ser humano consegue superá-lo. Conseguirá algum dia ser sublime.
R: Amor.
Pessoas erradas entraram na minha vida, de passagem. Encontros, desencontros. Surpresas, sorrisos, abraços, beijos, paixões, calores... Afeto. Marcas, choros, tristeza, vazio, sufoco... Falta. Mas nada igual a isso. Ninguém igual a ela.
Eu me pergunto todos os dias porque ela, porque isso, porque assim. E eu só consigo encontrar uma resposta pra tudo isso, eu só consigo achar uma explicação pra esse cuidado que eu insisto em ter por ela. Nada é igual a isso e Tudo é diferente disso. Cheguei em uma fase em que dizer não é mais o suficiente e demonstrar o tempo todo não é mais necessário. E quando você chega a esse ponto, é porque o seu sentimento para com Isso, é tão surpreendentemente grande que, nada nem nenhum ser humano consegue superá-lo. Conseguirá algum dia ser sublime.
R: Amor.
sábado, 21 de maio de 2011
Quanto nós merecemos?
O ser humano é um animal que deu errado em várias coisas. A maioria das pessoas que conheço, se fizesse uma terapia, ainda que breve, haveria de viver melhor. Os problemas podiam continuar ali, mas elas aprenderiam a lidar com eles.
Sem querer fazer uma interpretação barata ou subir além do chinelo: como qualquer pessoa que tenha lido Freud e companhia, não raro penso nas rasteiras que o inconsciente nos passa e em quanto nos atrapalhamos por achar que merecemos pouco.
Pessoalmente, acho que merecemos muito: nascemos para ser bem mais felizes do que somos, mas nossa cultura, nossa sociedade, nossa família não nos contaram essa história direito. Fomos onerados com contos de ogros sobre culpa, dívida, deveres e… mais culpa.
Um psicanalista me disse um dia:
– Minha profissão ajuda as pessoas a manter a cabeça à tona d’água. Milagres ninguém faz.
Nessa tona das águas da vida, por cima da qual nossa cabeça espia – se não naufragamos de vez –, somos assediados por pensamentos nem sempre muito inteligentes ou positivos sobre nós mesmos.
As armadilhas do inconsciente, que é onde nosso pé derrapa, talvez nos façam vislumbrar nessa fenda obscura um letreiro que diz: “Eu não mereço ser feliz. Quem sou eu para estar bem, ter saúde, ter alguma segurança e alegria? Não mereço uma boa família, afetos razoavelmente seguros, felicidade em meio aos dissabores”. Nada disso. Não nos ensinaram que “Deus faz sofrer a quem ama”?
Portanto, se algo começa a ir muito bem, possivelmente daremos um jeito de que desmorone – a não ser que tenhamos aprendido a nos valorizar.
Vivemos o efeito de muita raiva acumulada, muito mal-entendido nunca explicado, mágoas infantis, obrigações excessivas e imaginárias. Somos ofuscados pelo danoso mito da mãe santa e da esposa imaculada e do homem poderoso, pela miragem dos filhos mais que perfeitos, do patrão infalível e do governo sempre confiável. Sofremos sob o peso de quanto “devemos” a todas essas entidades inventadas, pois, afinal, por trás delas existe apenas gente, tão frágil quanto nós.
Esses fantasmas nos questionam, mãos na cintura, sobrancelhas iradas:
– Ué, você está quase se livrando das drogas, está quase conquistando a pessoa amada, está quase equilibrando sua relação com a família, está quase obtendo sucesso, vive com alguma tranqüilidade financeira… será que você merece? Veja lá!
Ouvindo isso, assustados réus, num ato nada falho tiramos o tapete de nós mesmos e damos um jeito de nos boicotar – coisa que aliás fazemos demais nesta curta vida. Escolhemos a droga em lugar da lucidez e da saúde; nos fechamos para os afetos em lugar de lhes abrir espaço; corremos atarantados em busca de mais dinheiro do que precisaríamos; se vamos bem em uma atividade, ficamos inquietos e queremos trocar; se uma relação floresce, viramos críticos mordazes ou traímos o outro, dando um jeito de podar carinho, confiança ou sensualidade.
Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como “proibidos”, mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem. E não passar uma vida inteira afastando o que poderia nos dar alegria, prazer, conforto ou serenidade.
No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida. Bom, isso também somos nós: estranho animal que nasceu precisando urgente de conserto.
Alguém sabe o endereço de uma oficina boa, barata, perto de casa – ah, e que não lide com notas frias?
– Minha profissão ajuda as pessoas a manter a cabeça à tona d’água. Milagres ninguém faz.
Nessa tona das águas da vida, por cima da qual nossa cabeça espia – se não naufragamos de vez –, somos assediados por pensamentos nem sempre muito inteligentes ou positivos sobre nós mesmos.
As armadilhas do inconsciente, que é onde nosso pé derrapa, talvez nos façam vislumbrar nessa fenda obscura um letreiro que diz: “Eu não mereço ser feliz. Quem sou eu para estar bem, ter saúde, ter alguma segurança e alegria? Não mereço uma boa família, afetos razoavelmente seguros, felicidade em meio aos dissabores”. Nada disso. Não nos ensinaram que “Deus faz sofrer a quem ama”?
Portanto, se algo começa a ir muito bem, possivelmente daremos um jeito de que desmorone – a não ser que tenhamos aprendido a nos valorizar.
Vivemos o efeito de muita raiva acumulada, muito mal-entendido nunca explicado, mágoas infantis, obrigações excessivas e imaginárias. Somos ofuscados pelo danoso mito da mãe santa e da esposa imaculada e do homem poderoso, pela miragem dos filhos mais que perfeitos, do patrão infalível e do governo sempre confiável. Sofremos sob o peso de quanto “devemos” a todas essas entidades inventadas, pois, afinal, por trás delas existe apenas gente, tão frágil quanto nós.
Esses fantasmas nos questionam, mãos na cintura, sobrancelhas iradas:
– Ué, você está quase se livrando das drogas, está quase conquistando a pessoa amada, está quase equilibrando sua relação com a família, está quase obtendo sucesso, vive com alguma tranqüilidade financeira… será que você merece? Veja lá!
Ouvindo isso, assustados réus, num ato nada falho tiramos o tapete de nós mesmos e damos um jeito de nos boicotar – coisa que aliás fazemos demais nesta curta vida. Escolhemos a droga em lugar da lucidez e da saúde; nos fechamos para os afetos em lugar de lhes abrir espaço; corremos atarantados em busca de mais dinheiro do que precisaríamos; se vamos bem em uma atividade, ficamos inquietos e queremos trocar; se uma relação floresce, viramos críticos mordazes ou traímos o outro, dando um jeito de podar carinho, confiança ou sensualidade.
Se a gente pudesse mudar um pouco essa perspectiva, e não encarar drogas, bebida em excesso, mentira, egoísmo e isolamento como “proibidos”, mas como uma opção burra e destrutiva, quem sabe poderíamos escolher coisas que nos favorecessem. E não passar uma vida inteira afastando o que poderia nos dar alegria, prazer, conforto ou serenidade.
No conflitado e obscuro território do inconsciente, que o velho sábio Freud nos ensinaria a arejar e iluminar, ainda nos consideramos maus meninos e meninas, crianças malcomportadas que merecem castigo, privação, desperdício de vida. Bom, isso também somos nós: estranho animal que nasceu precisando urgente de conserto.
Alguém sabe o endereço de uma oficina boa, barata, perto de casa – ah, e que não lide com notas frias?
Lya Luft
sábado, 14 de maio de 2011
Quem comanda e quem é comandado; O valor do Confiar.
Junto a todas as emoções contraditórias e pulsantes que fazem do meu coração seu habitat, tento achar um motivo pelo qual devo compreender todas as revoltas bonitas e completamente 'aplaudíveis' desses seres humanos pateticamente bonitos e arrumadinhos. Só um motivo que me leve a uma pergunta básica e 'respondível', e depois a outra, e depois a outra. E assim sucessivamente até não haver mais perguntas, nem motivos, nem beleza. Nem mais nada. Mas só o que eu encontro são uns paletós bem arrumados, alguns saltos agulha lindos e que qualquer mulher daria tudo para ter um daqueles... Ah, e uns cafés mal adoçados.
Encontro também, uma agenda com todos os planos para a semana daquela garota, e nela, encontro lugares, horários, datas marcadas, e naquele instante corre tudo perfeitamente bem. E de repente, olha quem surge na porta? A garota. A tal com um salto agulha, um paletózinho feminino fofo e arrumado, que naquele outro instante segurava uma outra agenda na mão. Eu havia ficado tão feliz quando encontrei a primeira na sua gaveta, que agora ao ver uma segunda na mão dela, as minhas esperanças se permutaram para um lugar desconhecido e não tão arrumado. Mas era tarde demais para se entristecer e pedir perdão por ter fuçado suas coisas tão arrumadas, ela me perguntou, soluçei, tossi e respondi: "Confundi a gaveta, pensei que a senhorita havia me mandado pegar os papéis na primeira gaveta e não na ultima. Perdão. Isso não irá se repetir." e ela com o seu timbre suave e sombrio, me olhou, nada respondeu, e dirigiu-se a primeira gaveta. Pegou os papéis, tomou a sua agenda da minha mão, guardou-a novamente na terceira gaveta e caminhou em direção a porta. Entreabriu-a para mim, e esperou que eu me dirigisse a parte de fora de sua sala, então eu fui, ela se virou e trancou a porta pelo lado de fora, e partiu. E eu, permaneci absolutamente baixo, absolutamente patético, desarrumado, inadequadamente satisfeito e indigno da sua confiança e postura para comigo. E foi ali que eu percebi a importância da palavra que eu li por duas semanas seguidas o significado no dicionário e só constava teorias, e foi ali, exatamente após tal momento, que eu entendi o que o dicionário quis me dizer. "Confiança".
14/05/11.
- ThC.
Encontro também, uma agenda com todos os planos para a semana daquela garota, e nela, encontro lugares, horários, datas marcadas, e naquele instante corre tudo perfeitamente bem. E de repente, olha quem surge na porta? A garota. A tal com um salto agulha, um paletózinho feminino fofo e arrumado, que naquele outro instante segurava uma outra agenda na mão. Eu havia ficado tão feliz quando encontrei a primeira na sua gaveta, que agora ao ver uma segunda na mão dela, as minhas esperanças se permutaram para um lugar desconhecido e não tão arrumado. Mas era tarde demais para se entristecer e pedir perdão por ter fuçado suas coisas tão arrumadas, ela me perguntou, soluçei, tossi e respondi: "Confundi a gaveta, pensei que a senhorita havia me mandado pegar os papéis na primeira gaveta e não na ultima. Perdão. Isso não irá se repetir." e ela com o seu timbre suave e sombrio, me olhou, nada respondeu, e dirigiu-se a primeira gaveta. Pegou os papéis, tomou a sua agenda da minha mão, guardou-a novamente na terceira gaveta e caminhou em direção a porta. Entreabriu-a para mim, e esperou que eu me dirigisse a parte de fora de sua sala, então eu fui, ela se virou e trancou a porta pelo lado de fora, e partiu. E eu, permaneci absolutamente baixo, absolutamente patético, desarrumado, inadequadamente satisfeito e indigno da sua confiança e postura para comigo. E foi ali que eu percebi a importância da palavra que eu li por duas semanas seguidas o significado no dicionário e só constava teorias, e foi ali, exatamente após tal momento, que eu entendi o que o dicionário quis me dizer. "Confiança".
14/05/11.
- ThC.
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"Talvez eu até esteja errado, mas que se dane. Se uma pessoa não tem paciência nem pra conquistar minha confiança e afastar meus medos, o que eu posso esperar, então? Sou quebra-cabeça de 500 mil peças, quem não tiver capacidade, tenta um jogo mais fácil. Eu supero e agradeço." - Tati Bernardi